sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Holocausto Mutante - prólogo

Em 2015 a população de Genosha atinge níveis alarmantes - todos os mutantes do planeta parecem ter migrado para lá.
Magneto vai à ONU e demanda expansão territorial que, por se tratar de uma ilha, na verdade significa realocação para um território ainda maior, e a ONU oferece a Groelândia. Magneto considera a oferta uma ofensa, recusa e dá um ultimato: Austrália ou Reino Unido - o conflito parece inevitável.

Enquanto Magneto organiza suas tropas a ONU, acreditando não ser capaz de resistir a uma investida mutante, decide atacar primeiro e, se valendo de uma tecnologia desenvolvida por Reed Richards em uma época em que o líder mutante almejava dominação global, atravessa as defesas de Genosha e elimina a população da ilha com um ataque nuclear. Richards, envergonhado e revoltado com o uso nefasto de sua tecnologia, se exila na Zona Negativa levando consigo todas as suas invenções.
Magneto, entretanto, consegue escapar do holocausto. Ele chora ao ver que seus poderes salvaram apenas a si mesmo e enlouquece ao perceber que foi ele o responsável pelos eventos que levaram à essa chacina.

Diante de um ato tão controverso, rechaçado até mesmo por muitos de seus membros desde o início, a ONU já esperava uma retaliação e julgava ser capaz de conte-la, visto que apenas cerca de 2% da população mutante havia sobrevivido. O que ninguém poderia prever, era o que estava por vir...


PARTE 1
PARTE 2
PARTE FINAL